Alface anti-alfacinha

Quando se atinge a reforma, com os bicos de papagaio a doerem ou coração a falhar, o sonho de voltar à terra concretiza-se.

Como ainda sou novo e não sei se vou ter direito a reforma, apesar de ser um cidadão honesto e descontar todos os meses uma pipa de massa, decidi voltar à terra para viver!

Aqui está um belo exemplar da minha horta. E a varanda forrada a mármore transformou-se em terra escura onde cresce o tomate, o cebolo, os feijões, a alface, as couves, a beterraba, os jarros, os malmequeres, as laranjeiras, o diospireiro, a macieira, as pereiras, o joão, o filipe, a paula e eu!

Lisboa nunca mais!

4 comments

  1. o senhor estah um fundamentalista ?
    nao me diga que nao tem saudades de nada da capital ?

    a alface, no entanto, tem muito bom aspecto, sim senhor. apesar de ser anti-alfacinha.

  2. Buuuuu!!! Então e os amigos alfacinhas!!! Tou a ver andas ai metido com o Pinto da Costa!! “Lisboa a Arder” loool

    Olha eu gosto de lisboa porque nasci aqui, admito que sou alfacinha, mas no meu caso gosto muito mais da terra dos meus pais! Porto Santo
    Um abraço agricula!!

  3. Realmente…Eu sou lisboeta,alfaçinha.
    Mas foi aqui que aprendeste e me deste lições de fotografia.Foi aqui que fotografaste a velha e o gato na janela junto ao Castelo.Foi aqui que ganhaste o pão e o ritmo da vida e criaste um leque de amigos que tanto te querem o bem…Não te esqueças de nós,Adriano.
    Prepara a mesa,que em Agosto estarei a abraçar-te.
    Camarada Adriano

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